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Avaliação Psicológica

10/10/2018




CAP convida para reunião sobre manuseio de armas de fogo  

A Comissão de Avaliação Psicológica (CAP) do CRPRS convida as/os psicólogas/os interessadas/os no tema para a reunião de criação de um grupo de trabalho cujo objetivo é debater as questões envolvidas no processo de avaliação psicológica com fins de autorização a porte de arma.

A reunião será realizada no próximo dia 19 de outubro (sexta-feira), às 14h, na sede do  CRPRS (avenida Protásio Alves, 2854/3º andar), e terá a participação do presidente do Conselho Regional de Psicologia do Piauí, Eduardo Moita.

A presidente da CAP, conselheira Michele Pens, diz que a iniciativa surgiu a partir das discussões em âmbito federal sobre a atualização da Instrução Normativa 78, da Polícia Federal (PF), que estabelece critérios de credenciamento, fiscalização e correção de exames psicológicos para manuseio de arma de fogo e exercício da profissão de vigilante.

“Em várias reuniões da Comissão são mencionados os problemas referentes a esse tipo de avaliação, mas não conseguimos avançar. Frente a essas demandas, tivemos a iniciativa de começar este movimento com o objetivo de formarmos um grupo de trabalho sobre o tema”, justificou Michele.

O Conselho Federal de Psicologia (CFP) e a PF iniciaram, no último dia 24 de setembro, em Brasília, um processo de debate sobre atualizações na Instrução Normativa 78. O CFP, na reunião, se comprometeu a oferecer subsídios à Polícia Federal no processo de avaliação referente a manuseio de arma de fogo, além de encaminhar uma minuta de alteração do texto, que é de 2014.

A pauta da reunião será a seguinte:

  • Atualização da lista de credenciados;
  • Definição de normas técnicas para subsidiar as/os psicólogas/os e órgãos competentes sobre o tema;
  • Articulação, em âmbito regional e nacional, para regulamentar normas e orientações junto aos órgãos interessados;
  • Consolidar informações para qualificar, por meio de normas técnicas e evidências científicas, a prática das/os psicólogas/os no contexto da avaliação para manuseio de armas de fogo e também favorecer o monitoramento do exercício adequado da profissão;
  • Produzir informação relevante, a partir dos dados coletados, para qualificar a prática e favorecer o desenvolvimento científico do campo;
  • Conscientizar o grupo que trabalha na área para as repercussões, tanto para a/o candidata/o quanto para a população, que o processo de avaliação pode provocar.

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