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Notícias

Saúde Mental

22/01/2016




Cortejo antimanicomial defende o cuidado em liberdade  

 Militantes da luta antimanicomial se reuniram na manhã desta sexta-feira, 22/01, no parque da Redenção para promover a atividade “Um mundo é possível sem manicômios: Oficina de Cortejo - manifestações artísticas e culturais”. A iniciativa integrou a programação do Fórum Social Mundial. Representantes dos Conselhos Regionais de Psicologia do Rio Grande do Sul, do Fórum Mineiro de Saúde Mental e do Fórum Gaúcho de Saúde Mental uniram-se aos atores do Grupo Nau da Liberdade e demais militantes para reafirmar uma postura antimanicomial, mostrando que arte é saúde e que cuidado se faz em liberdade.

Circulando pelas tendas do Fórum Social Mundial instaladas no Parque da Redenção, os militantes protestaram pedindo a revogação da nomeação de Valencius Wurch Duarte Filho para a Coordenação Geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde. Destacaram também retrocessos na política estadual de saúde mental desde a nomeação do atual coordenador estadual, Luiz Carlos Illafont Coronel. Outros militantes que vivem em residenciais terapêuticos e foram impedidos de participar do Fórum Social Mundial por ser considerada uma atividade política.

Dario Teófilo, conselheiro do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, fez o lançamento simbólico de portarias que indicam como deve ser o cuidado em saúde mental. O documento foi criado pelos diferentes movimentos participantes da ocupação do Ministério da Saúde em Brasília, em protesto à nomeação de Valencius.

No encerramento da atividade, a conselheira do Conselho Regional de Psicologia do Rio Grande do Sul Cristiane Pegoraro ressaltou a importância de todos os movimentos se unirem na luta contra retrocessos na saúde mental, no estado e no país.

 

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